Ranking ABAD, o mais completo retrato do segmento atacadista distribuidor brasileiro

Ranking ABAD/Nielsen é realizado anualmente desde 1994, com o objetivo de fornecer uma radiografia do segmento atacadista distribuidor, a partir de respostas elaboradas pelas próprias empresas. Ele é resultado de uma parceria da entidade com a consultoria Nielsen e a FIA (Fundação Instituto de Administração). Os dados obtidos permitem visualizar a evolução do segmento e dos negócios realizados pelas empresas no período, bem como suas relações com a economia como um todo.

Segundo a consultoria Nielsen, 95% dos supermercados pequenos (de um a quatro checkouts) e 40% dos supermercados médios (de cinco a 19 checkouts) são abastecidos por empresas atacadistas distribuidoras. O pequeno e o médio varejo são os que mais atendem os consumidores das classes C, D e E, cujo grande crescimento do poder de compra e está mudando o perfil do consumo no país.

 


Segmento atacadista segue crescendo acima da inflação e mantém projeções de alta para 2013

São Paulo, 29 de abril de 2013 – Com número recorde de 471 participantes em 2013, uma amostragem que representa quase 40% do segmento, o Ranking ABAD/Nielsen 2013 – base 2012 oferece um retrato fiel do atacado distribuidor nacional.

Os dados deste ano sugerem o crescimento mais acentuado dos atacados médios, acompanhando a evolução dos supermercados da mesma categoria nas cidades de médio porte no interior dos estados mais desenvolvidos e nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Com isso, se consolida uma tendência de re­gionalização do crescimento que vem sendo uma constante nos últimos anos.

A mais recente edição do levantamento mostra que o segmento atacadista distribuidor cresceu 2,5% (8,5% nominais) em 2012 sobre 2011 e atingiu faturamento total de R$ 178,5 bilhões. Em um mercado de consumo que representou uma receita de R$ 344,1 bilhões no ano passado, os agentes de distribuição responderam por 51,9% da movimentação dos itens de consumo básico das famílias. Com isso, a participação dos agentes de distribuição no mercado mercearil permanece acima dos 50%, pelo oitavo ano consecutivo.

Dessa forma, é possível dizer que o canal atacadista cresce de forma consistente, acima da inflação, e acompanhando a movimentação do mercado consumidor.

 

Expectativas

É notável a concretização das expectativas dos atacadistas, pois 83% dos que previam aumentar seu faturamento no ano passado conseguiram realizar essa previsão.

Para 2013, mesmo com os sinais de desaceleração econômica que se iniciaram em 2010 e se intensificaram no segundo semestre de 2012, a perspectiva é ainda mais otimista do que no ano passado, não apenas em relação ao faturamento. Em relação à rentabilidade, a expectativa atingiu seu maior patamar desde 2008.

Para o presidente da entidade, José do Egito Frota Lopes Filho, o portfólio do setor – que inclui produtos de consumo essencial como alimentos e itens de cuidados pessoais e limpeza doméstica – e os recentes movimentos de desoneração realizados pelo governo contribuem para esse sentimento positivo.

A consequência mais direta desse otimismo são os investimentos planejados para este ano, em especial nos itens área de armazenagem, tecnologia de gestão, sistemas de informação e TI e aquisição de frota própria. Entre os respondentes do Ranking, 59,8% afirmam que farão investimentos em área de armazenagem; 75,1%, em tecnologia de gestão; 72,2%, em sistemas de informação e TI; e 61,6%, em frota própria.

 
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