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Governo quer mostrar agenda positiva com aprovação da reforma trabalhista

O governo quer acelerar a aprovação da reforma trabalhista para criar uma agenda positiva e mostrar que não está paralisado pela lista de políticos citados nas delações da Odebrecht.

A avaliação é que as mudanças na lei foram bem recebidas na Câmara e entre empresários e especialistas. Assim, o relatório apresentado pelo deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) deverá ter apoio do Planalto.

O presidente Michel Temer e Marinho se encontraram na quarta (12) para conversar sobre o que consideraram uma boa repercussão do relatório.

Na noite anterior, Temer e assessores próximos, entre eles os ministros Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) e Eliseu Padilha (Casa Civil), alçaram a reforma à "agenda positiva".

Há um item, porém, que pode empacar no Congresso: o fim da contribuição sindical obrigatória, que enfrenta resistência de sindicalistas.

O dinheiro também irriga entidades empresariais como a Fiesp (federação das indústrias de São Paulo) e a CNI (Confederação Nacional da Indústria), que participaram da elaboração da reforma.

Fonte: Folha.com