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Indústria defende eliminação gradual da contribuição sindical

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, vai defender que a contribuição sindical seja eliminada de maneira gradual e que não vá a zero imediatamente.

A intenção é dar tempo para que sindicatos, tanto os de trabalhadores quanto os patronais, se adaptem ao fim dessa fonte de recursos.

Em 2016, a contribuição sindical obrigatória recolheu R$ 3,9 bilhões, dinheiro que irriga cerca de 11 mil sindicatos de trabalhadores e 5.000 patronais no país.

No caso dos trabalhadores, a contribuição é cobrada em março e representa um dia de trabalho. Para as empresas, o recolhimento também é obrigatório, feito em janeiro e corresponde a um percentual sobre o capital social.

Por iniciativa do relator da reforma trabalhista, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), o tema entrou no texto que será apreciado na Câmara. Desde então, entidades patronais e de trabalhadores se movimentam para tentar demover a ideia.

A reforma trabalhista, no entanto, recebeu o selo de "agenda positiva" do Palácio do Planalto e, como mostrou reportagem da Folha, sua aprovação rápida serviria para denotar a força que o governo ainda possui para votar a reforma da Previdência.

Fonte: Folha.com